companhei com relativo intereste edição do programa Ídolos.
Acho o conceito interessante, apontando como factores críticos de sucesso a capacidade de triagem do júri (fundamental para identificar o trigo no meio do joio) e a selecção musical dos concorrentes ao longo das gala
Ontem, foi a meia final que reuniu os três melhores candidatos da prova.
A frase mais ouvida da parte do júri nas últimas semanas tem sido "O nível está alto". A menos, "votem no Carlos".
Nesta edição, identifico 3 momentos de excepção:
O Carlos a cantar "Eu estou aqui"
A Diana no "E depois do Adeus"
E o Filipe no "Ouvi Dizer".
Será isto suficiente para se afirmar como uma colheita qualitativamente superior?
Ao contrário do que o Moura Santos diz, considero mesmo que o júri amoleceu excessivamente nas ultimas galas (excepção feita ao mal-amado madeirense, que levou pantufada sessão atrás de sessão em que "competente" era a palavra mais utilizada). O seu papel era escolher os 15 melhores, e fê-lo bem. O público, supostamente, faria o resto.
Salvaguardar-se evitando criticar o evidente? Que ou...ver o Filipe a cantar o "... vá pró inferno" foi muito mauzito. Que a Inês teve uma prestação decente desde que começaram as galas (uma e só uma?). Que o Salvador foi um erro de casting?
Independentemente de quem ganhe, faço votos que se aproveitem os talentos que saem deste programa. E que não se endeuse quem é bom, mas dificilmente chegará a óptimo.
Mas estas "polémicas" não sucedem só neste cantinho à beira mar plantado. Não acompanhei o American Idol mas enviaram-me esta performance superlativa do 2º classificado do concurso.
Não sabia que eram admitidos aliens, porque considero humanamente impossível conseguir melhor que isto...
http://www.youtube.com/watch?v=4f3gK8cdE5I
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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