Grande vitória do Futsal e do Benfica.
9.400 espectadores assistiram a um momento notável do desporto nacional.
Mais uma vez, sou forçado a abordar o mesmo tema: vale mais apoiar isto ou os lobinhos?
Super Bock, CGD... ACORDEM!!!
Empresas vencedoras associam-se a projectos vencedores. Mesmo que não sejam chic. Mesmo que não sejam ... como dizer... "sei lá".
Quanto ao desporto em si, sugiro visita a esta crónica da Marca - dificilmente seria mais isenta.
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Pseudo-Poupança
Há uns anos, um professor católico ultra-devoto e com um sentido de humor muito acima da média ensinou-me que o custo de oportunidade é medido pela "melhor coisa que deixamos de fazer para fazer o que fizemos".
Mais uma vez, passei pelas bombas de gasolina do Jumbo no Pai do Vento - Cascais.
A Gasolina sem chumbo custava 1.299. Menos 13 cêntimos que as bombas da Galp da Av. Adelino Amaro da Costa ou REPSOL da Aldeia do Juzo!!! Havia pelo menos 20 minutos de espera, pelo tamanho da fila em causa.
Dei a volta à rotunda, e abasteci na Cepsa, que tinha um preço 2 cêntimos superior ao Jumbo. O meu custo de oportunidade foi 0,60€ por uma espera de 15 minutos.
Quando saí, ainda lá estavam os mesmos carros mas reparei num pequeno detalhe - enquanto esperavam, muita gente recorreu ao telemóvel.
Ora bem, se o preço médio por minuto das comunicações móveis for de 0,20€/min... VÃO À GALP! Ou à REPSOL.
SAI-VOS MAIS BARATO!
Mais uma vez, passei pelas bombas de gasolina do Jumbo no Pai do Vento - Cascais.
A Gasolina sem chumbo custava 1.299. Menos 13 cêntimos que as bombas da Galp da Av. Adelino Amaro da Costa ou REPSOL da Aldeia do Juzo!!! Havia pelo menos 20 minutos de espera, pelo tamanho da fila em causa.
Dei a volta à rotunda, e abasteci na Cepsa, que tinha um preço 2 cêntimos superior ao Jumbo. O meu custo de oportunidade foi 0,60€ por uma espera de 15 minutos.
Quando saí, ainda lá estavam os mesmos carros mas reparei num pequeno detalhe - enquanto esperavam, muita gente recorreu ao telemóvel.
Ora bem, se o preço médio por minuto das comunicações móveis for de 0,20€/min... VÃO À GALP! Ou à REPSOL.
SAI-VOS MAIS BARATO!
domingo, 4 de abril de 2010
NCAA = D-Fence
Estão encontrados os finalistas da NCAA.
Apurados os "underdogs" Butler, que reencarnam o espírito Hoosier tão bem retratado no cinema e os super poderosos Duke do Coach K.
Incrivel como uma pequena universidade de 4.200 estudantes, com um treinador de 33 anos (o mais jovem a chegar a uma final desde 1940) consegue atingir o Final Four que se disputa apenas a 10 km do seu campus - em Indiana, naturalmente.
Para lá chegar, em todo o March Madness sofreram os seguintes pontos por jogo: 59 - 52 - 59 - 56 - 50. Uma média fabulosa de 55 pontos por jogo.
Já Duke, liderada pelo emblemático Mike Krzyzewski (30ª época consecutiva no comando dos Blue Devils, com 3 títulos NCAA e 11 Final Fours), sofreu 44 -53 -57 - 71 - 57, ou seja... pouco mais de 56 pontos por jogo.
Por tudo isto, College Basketball é intensidade, defesa e espectáculo garantido dentro e fora de campo.
Talvez também por isso, para um recinto acolher o Final Four tem de ter capacidade mínima de 70.000 espectadores
Apurados os "underdogs" Butler, que reencarnam o espírito Hoosier tão bem retratado no cinema e os super poderosos Duke do Coach K.
Incrivel como uma pequena universidade de 4.200 estudantes, com um treinador de 33 anos (o mais jovem a chegar a uma final desde 1940) consegue atingir o Final Four que se disputa apenas a 10 km do seu campus - em Indiana, naturalmente.
Para lá chegar, em todo o March Madness sofreram os seguintes pontos por jogo: 59 - 52 - 59 - 56 - 50. Uma média fabulosa de 55 pontos por jogo.
Já Duke, liderada pelo emblemático Mike Krzyzewski (30ª época consecutiva no comando dos Blue Devils, com 3 títulos NCAA e 11 Final Fours), sofreu 44 -53 -57 - 71 - 57, ou seja... pouco mais de 56 pontos por jogo.
Por tudo isto, College Basketball é intensidade, defesa e espectáculo garantido dentro e fora de campo.
Talvez também por isso, para um recinto acolher o Final Four tem de ter capacidade mínima de 70.000 espectadores
domingo, 21 de março de 2010
Quem tem medo do lobo mau
Ontem, a selecção de rugby não conseguiu o apuramento para o mundial.
Não me regozijo com este resultado. Gosto bastante de desporto e teria sido muito bom para o país estar presente em mais uma competição internacional.
Tomaz Morais tem sido o grande responsável pelo mediatismo da selecção. A sua projecção tem sido exponencialmente superior aos resultados alcançados.
Ainda hoje fico incrédulo ao relembrar as homenagens prestadas aos guerreiros que berravam o hino (gostava de ter visto os comentários no youtube se o video fosse feito por uma selecção africana... ou apenas noutra modalidade), pelo incrível mérito de terem ficado em último lugar no mundial e de ser a única selecção que foi brindada com um "centenário" pelo 5º classificado.
Nós, nação desportiva que gozou com os russos que competiram num mundial de hóquei com patins em linha (Funchal, Europeu de 1994, brindados com 61-0 da Espanha e 45-1 de Portugal); que disfrutou alarvemente das participações dos países "amadores" como sejam a Guatemala em 1982 ou a Inglaterra por diversas vezes ("nem deviam cá estar" era o mais suave)... Prestámo-nos ao honroso papel de bombo da festa.
Sim, honroso. Porque fomos apurados para tal. Lutámos para lá chegar e deixámos outros pelo caminho.
Desde então, um toque de midas gerou investimento, patrocíníos de marcas líderes...
Por isso, caros Tomaz Morais e entourage (um xenismo francês fica sempre bem, para cativar a leitura das elites que se movimentam no mundo do rugby): deixem de fazer seminários e formações sobre liderança.
Dediquem-se ao marketing!
Sempre que vejo um outdoor CGD ou um six-pack Super Bock sem álcool, revejo-me em Malta siderado à frente de um autocarro com uma enorme publicidade da Adidas cuja "cara" era apenas e só... o concorrente ao festival da Eurovisão!
Parabéns pelo sucesso comercial da selecção nacional de rugby.
Gostava de dizer o mesmo pelo desportivo.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Para os mais pequeninos
Hoje parece apropriado dedicar um post aos leitores do futuro
Como diria o Serafim... Dá-lhe Simão
Como diria o Serafim... Dá-lhe Simão
segunda-feira, 8 de março de 2010
Os pilantras
Para certas facções esquerdistas, os culpados da situação económica deste país são os gestores que ganham demasiado.
O pior ministro das finanças da UE de 2008, de acordo com o FT, pretende criar um novo escalão de 45% no IRS, para quem tenha rendimentos acima de 150.000€ brutos.
Deste moso, um gestor que tenha o salário bruto de 10.000 €, teria o seguinte tratamento contabilístico:
Empregador: -12.375€
Imposto: 4.500
Trabalhador: 4400
Segurança Social: 3.375
Ah, seu pilantra. Trazes para casa 35% do que a tua entidade patronal paga por ti!
O pior ministro das finanças da UE de 2008, de acordo com o FT, pretende criar um novo escalão de 45% no IRS, para quem tenha rendimentos acima de 150.000€ brutos.
Deste moso, um gestor que tenha o salário bruto de 10.000 €, teria o seguinte tratamento contabilístico:
Empregador: -12.375€
Imposto: 4.500
Trabalhador: 4400
Segurança Social: 3.375
Ah, seu pilantra. Trazes para casa 35% do que a tua entidade patronal paga por ti!
Dia da Mulher
Hoje comemora-se o 100º dia da mulher.
Assim que entrei no carro, o noticiário da TSF relembrou-me para esta efeméride. Focou-se nos problemas laborais, nas dificuldades em ascender na carreira, no facto de haver mais licenciadas... mas menos "chefas", etc, etc, etc.
Tudo isto é importante, sem dúvida. O mercado de trabalho ainda está amasculinizado, mas há que procurar as suas origens históricas (somos uma democracia jovem) e analisar correctamente os dados estatísticos (daqui a 10 anos, a % de mulheres em cargos de gestão de topo será significativamente superior - o importante é analisar a curva de evolução).
Curiosamente, não foi feita nenhuma referência aos que ainda julgo serem os principais problemas da população feminina - falta de respeito, maus tratos fisicos e emocionais.
Mas está na altura de as mulheres fazerem uma opção: querem cavalheirismo ou igualdade? Querem conquistar o país com quotas impostas na AR... ou preferem fazê-lo por mérito próprio?
Eu não me oponho à igualdade de oportunidades, direitos e deveres. Defendo-a sem pudores. E com apenas uma excepção - a gravidez.
Grande questão: será que as mulheres estão preparadas? Pequena questão: Quantas ficarão com o nariz amassado por um "estúpido" não lhes segurar a porta?
Li agora que PT oferece flores a funcionárias e clientes. Ah... e que 48% dos empregados da PT são mulheres.
Ocorrem-me duas reflexões:
1) Igualdade? Que surpresa reserva a PT para os restantes 52% dos seus empregados? Ou será que vão ser.. discriminados?
2) Se incluirmos os gays e afins, chegamos à conclusão matemática que os homens estão em minoria.
Está na altura de lançar uma nova corrente filosófica - o masculinismo
Assim que entrei no carro, o noticiário da TSF relembrou-me para esta efeméride. Focou-se nos problemas laborais, nas dificuldades em ascender na carreira, no facto de haver mais licenciadas... mas menos "chefas", etc, etc, etc.
Tudo isto é importante, sem dúvida. O mercado de trabalho ainda está amasculinizado, mas há que procurar as suas origens históricas (somos uma democracia jovem) e analisar correctamente os dados estatísticos (daqui a 10 anos, a % de mulheres em cargos de gestão de topo será significativamente superior - o importante é analisar a curva de evolução).
Curiosamente, não foi feita nenhuma referência aos que ainda julgo serem os principais problemas da população feminina - falta de respeito, maus tratos fisicos e emocionais.
Mas está na altura de as mulheres fazerem uma opção: querem cavalheirismo ou igualdade? Querem conquistar o país com quotas impostas na AR... ou preferem fazê-lo por mérito próprio?
Eu não me oponho à igualdade de oportunidades, direitos e deveres. Defendo-a sem pudores. E com apenas uma excepção - a gravidez.
Grande questão: será que as mulheres estão preparadas? Pequena questão: Quantas ficarão com o nariz amassado por um "estúpido" não lhes segurar a porta?
Li agora que PT oferece flores a funcionárias e clientes. Ah... e que 48% dos empregados da PT são mulheres.
Ocorrem-me duas reflexões:
1) Igualdade? Que surpresa reserva a PT para os restantes 52% dos seus empregados? Ou será que vão ser.. discriminados?
2) Se incluirmos os gays e afins, chegamos à conclusão matemática que os homens estão em minoria.
Está na altura de lançar uma nova corrente filosófica - o masculinismo
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