Diz o Record que Bettencourt foi ao balneário apelar ao profissionalismo dos jogadores. "Presidente quer mais empenho"
Mais uma vez, título errado (quiçá por falta de espaço). Em homenagem ao meu compadre, dos poucos que tinha conhecimento da minha ambição secreta de ser "fazedor de títulos de notícias, principalmente polémicas", proponho a seguinte correcção.
Cá vai...
"Presidente profissional altamente remunerado mas ligeiramente subvalorizado já que ganha menos que o Abel, quando regressou de uma semana de férias no Brasil num periódo decisivo para o futebol leonino (que por acaso se encontra à deriva devido à decisão do referido presidente em contratar um pugilista para director desportivo de forma a agradar às elites das claques) foi ao balneário apelar ao profissionalismo dos jogadores".
Muito melhor, não?
Pois, peca apenas por ser demasiado extenso.
Será por isto que nunca me convidaram para "escriba de títulos"?
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Estratégia e coerência
O Sporting tinha uma estratégia delineada para esta época. Os resultados, cedo foram evidentes.
Ao contrário dos últimos anos, perdeu a coerência. 11M gastos ... dos quais 6,5M num avançado com muitas provas por dar e 3M num excelente lateral direito quando precisa desesperadamente de um... esquerdo.
Os resultados, estão à vista. Os responsáveis, esses ainda não.
Ao contrário dos últimos anos, perdeu a coerência. 11M gastos ... dos quais 6,5M num avançado com muitas provas por dar e 3M num excelente lateral direito quando precisa desesperadamente de um... esquerdo.
Os resultados, estão à vista. Os responsáveis, esses ainda não.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Cunho Pessoal
Numa área do saber fortemente dissecada, é com particular apreço que verifico mais uma inovação made in Portugal.
A fazer fé num matutino desportivo, Sá Pinto introduziu um novo estilo de liderança no balneário de Alvalade. Fica-lhe bem, dadas as expectativas que foram colocadas na sua contratação (sobretudo pelo destaque mediático que foi dado nos últimos anos ao seu investimento em formação académica).
É do senso comum que um líder deve implementar um cunho pessoal. Ricardo Sá Pinto levou este conceito a um novo patamar - o punho pessoal!
Tal como sucedeu pelos lados do Jamor, executa uma nova ferramenta de gestão de conflito - a batatada!
Claro que ainda está por provar o que se passou. Ao contrário de quando executou a vontade de milhões de benfiquistas, não havia câmaras a registar tão eloquente momento.
Mas a ser verdade, antecipo o futuro capítulo "Gestão de Conflitos" de um eventual livro de Sá Pinto sobre liderança.
A) Bate primeiro. De preferência com força. E se possível, com assistência.
B) Se estiver hesitante, ler novamente o ponto A).
Reforço apenas que para que este livro venha a ser escrito, Sá Pinto tem de treinar uma equipa que fique em último lugar de um campeonato do mundo e que consiga transformar o único "centenário da prova" (com o 5º classificado da dita) num marco histórico da modalidade.
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